E SE...

 E se, por acaso da vida, vivesses numa cemitério, fosses guarda do mesmo, tivesses gatos e flores por companhia? E se, por tempo livre em excesso, registasses os discursos de despedida, conhecesses as visitas dos mortos, soubesses de cor as saudades de muitas ausências?

E se, por ironia e maldade, uma criança morresse por excesso de zelo de avós intrusivos?

E se, depois de ver passar muitos comboios, um dia descobrisses a magia do mar?

Pois é.

Há muitos ses a tecer narrativa na obra A vida breve das Flores

Ousas entrar neste enredo? Tens coragem para te situar, na ficção, como guarda de um cemitério?
Vamos lá...



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